Primeiro registramos o contexto
A avaliação começa com aparelho, sistema, aplicativo disponível, tipo de conexão e horário de uso. Sem essas informações, comparações de estabilidade perdem significado.
Também identificamos a resolução da tela e se existem outros dispositivos consumindo a rede. O objetivo é reproduzir o ambiente cotidiano.
Depois observamos critérios separados
Compatibilidade, tempo de abertura, navegação, imagem, áudio e continuidade são analisados individualmente. Separar critérios evita que uma interface bonita esconda uma conexão inadequada — ou o contrário.
Quando surge uma falha, uma variável é modificada por vez. Essa disciplina torna o diagnóstico mais confiável e repetível.
A conclusão respeita limites
O resultado descreve o cenário testado e não vira promessa universal. Redes e equipamentos diferentes podem produzir outra experiência.
Não usamos notas, selos ou percentuais sem amostra documentada. A metodologia serve para orientar decisão, não para fabricar autoridade.